Homeopatia e Pecuária

Inseticidas e Controle da Mosca-do-Chifre: entenda o motivo de tanta discussão.

Mosca-do-Chifre é uma praga, que atinge todo território nacional; o que torna importante discutir as medidas adotadas, na busca de Controle e Prevenção deste Parasita Bovino.

Quando se fala em Mosca-do-Chifre, muitos pensam no uso de produtos químicos, como Inseticidas, que são produtos destinado ao Controle da Mosca que é motivo de tanta discussão.  Por isto, iremos descrever, de forma simples, a trajetória desses produtos na Pecuária Nacional.

Um dos primeiros agentes químicos utilizados para pulverização no Controle de Mosca-do-Chifre foi o pó de piretro, poderoso Inseticida extraído do crisântemo selvagem europeu (piretro-da-dalmácia), Pyrethrum cinerariaefolium. Após este produto, o controle químico dos Ectoparasitas, apresentavam hidrocarbonetos clorados (hexacloreto de benzeno, clordane, toxafene, metoxiclor, lindane, carbaril e o diclorodifeniltricloretano, conhecido por DDT).

O DDT foi muito utilizado nas décadas de 40 e 50 no Combate as Moscas; causando toxidez inclusive para humanos e problemas até hoje como câncer, segundo especialistas. Por estes motivos, no Brasil, a venda de Inseticidas Organoclorados está proibida desde 1985, com exceção do methoxiclor liberado para vacas em lactação, pela pequena quantidade de resíduo presente no leite.

Já nas décadas de 70 e 80, foram desenvolvidos os compostos Piretróides; que mesmo apresentando facilidade de degradação no ambiente, estes em contato com as águas (córregos, rios, lagos, etc), causam mortalidade de peixes por ser altamente tóxicos para estes; além disto; este tipo de inseticida pode deixar resíduos no leite de animais tratados, podendo levar a intoxicações. Os Piretróides recebem nomes comerciais como bioaletrina, bioresmetrina, deltametrina, cipermetrina, flumetrina, ciflutrina, fempropatrina, cialotrina, bifentrina, teflutrina, ecialotrina, entre outros, usados em larga escala no Brasil. Na mesma época dos Piretróides, foram desenvolvidas substâncias como o metopreno (diflubenzuron) e as Avermectinas (como a doramectina); utilizadas até hoje.

O motivo de tanta discussão em relação aos Inseticidas; é que seu uso maciço gera danos ao meio ambiente, pela a toxicidade ao ser humano e animais; aparecimento de resistências nas moscas; além a presença de resíduos tóxicos, observados no ambiente e nos produtos de origem animal como a carne e o leite.

Mesmo com tanta problemática, diante da resistência, muitos produtores utilizam maiores quantidades do inseticida, na tentativa de recuperar a eficácia original do produto; além do aumento da frequência de aplicação, em busca de eficácia no Controle de parasitas como a Mosca-do-Chifre; o que potencializa seus danos descritos acima; além de elevar os gastos.

Diante deste cenário, tem surgido alternativa eficientes, com respostas surpreendentes no Controle de parasitas bovinos, como a Mosca-do-Chifre. Uma dessas alternativas, que possui ação comprovada é o medicamento Parasito H, um produto natural, que possui ação rápida e eficaz contra estes parasitas, sem trazer problemas com resíduos ou resistência. De fácil utilização e baixo custo, Parasito H tem conquistados cada vez mais adeptos, pela sua surpreendente resposta.

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Fontes: 1) Deleito C. S. R.. Inseticidas Alternativos no Controle de Moscas Sinantrópicas. Doutorado. Universidade Federa Rural do Rio de Janeiro. Instituto de Veterinária. Seropédica, R.J.; 2008; 2) Imagem: www.estadao.com.br; 3) ruralcentro.uol.com.br

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